Dr. Harlene Anderson is a well recognized leader in the field of marriage and family therapy, and is internationally recognized for her leading role in the development of a postmodern collaborative approach to psychotherapy. She has applied this collaborative approach to education, research and consultation. She received her B.S. and M.A. at the University of Houston, and her Ph.D. in Psychology with a specialization in Marriage and Family therapy, at Union Institute and University, in Ohio. Dr. Anderson holds a number of editorial board positions including founding editor of International Journal of Collaborative Practices (2009-present), and advisory editor of Family Process (1992-present). Dr. Anderson’s most recent positions include founding member and faculty at Houston Galveston Institute (1978-present), founding member and board of directors at Taos Institute (1993-present) and founding member and principal partner at Access Success International (2002-present). She is the recipient of a number of awards which reflect her contributions to the field, including the Texas Association for Marriage and Family Therapy award for Lifetime Achievement in 1997, and the American Academy of Family Therapy Award for Distinguished Contribution to Family Therapy Theory and Practice, in 2008.

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El Brasil cuenta actualmente con una población de 182 millones de habitantes. De éstos, casi un tercio vive por debajo de la línea de pobreza. En la ciudad de San Pablo, en la que yo vivo, con una población de 10 millones y medio de habitantes, el drama social producido por la desigualdad lleva implícito una cuestión social, política, moral y ética. En el año 2000 el número de personas viviendo en la calle, barracones, conventillos, lugares improvisados en a la intemperies, y en favelas alcanzó una cifra de 1.076.937.

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As Práticas Colaborativas apresentam-se como uma prática que faz do diálogo sua principal ferramenta. Parte de um genuíno interesse do terapeuta pelas formas como as pessoas constroem juntas o seu mundo, suas formas de vida mais ou menos dignas e em maior ou menor condição de bem estar e felicidade.

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A TERAPIA COLABORATIVA pode ser compreendida como uma prática terapêutica que considera os sistemas humanos, nas suas mais distintas configurações, como sistemas lingüísticos, geradores de linguagem e significado, organizadores e dissolvedores de problemas. A Terapia Colaborativa abandona a idéia parsoniana de sistemas organizados por estrutura e papéis para ater-se a como as pessoas constroem juntas o seu mundo, suas formas de vida mais ou menos dignas e em maior ou menor condição de bem estar e felicidade.

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Neste ano que estamos recebendo pela primeira vez no Brasil Harlene Anderson, faz-se interessante ressaltarmos qual o diferencial de sua prática, a Terapia Colaborativa. Fundada nas idéias Construcionistas Sociais, a Terapia Colaborativa faz do diálogo sua principal ferramenta para mudança terapêutica (Anderson, 2007a), entendida mais como uma transformação pessoal e social do que como uma forma de resolução de problemas.

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